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domingo, 29 de maio de 2011

Vermelho Vanessa da Mata

Gostar de ver você sorrir
Gastar das horas pra te ver dormir
Enquanto o mundo roda em vão
Eu tomo o tempo
O velho gasta solidão
Em meio aos pombos na Praça da Sé
O pôr do Sol invade o chão do apartamento

Vermelhos são seus beijos
Que meigos são seus olhos
Ver que tudo pode retroceder
Que aquele velho pode ser eu
No fundo da alma há solidão
E um frio que suplica um aconchego

Vermelhos são seus beijos
Quase que me queimam
Que meigo são seus olhos
Lânguida face
Seus beijos são vermelhos
Quase que me queimam
Que meigos são seus olhos
Lânguida face

Ver que tudo pode retroceder
Que aquele velho pode ser eu
No fundo da alma há solidão
E um frio que suplica um aconchego

Vermelhos são seus beijos
Quase que me queimam
Que meigos são seus olhos
Lânguida face
Seus beijos são vermelhos
Quase que me queimam
Que meigos são seus olhos
Lânguida face

Charlie Brown Jr. Vanessa da Mata - vermelho.

segunda-feira, 23 de maio de 2011

PL de Balieiro mantém regência de classe para professor que assumir cargo



O projeto de lei de autoria do Deputado Estadual Agnaldo Balieiro (PSB), altera a redação do Art. 35 da Lei de número 0949 de dezembro de 2005, conhecida popularmente como Estatuto do Magistério. Com a alteração, o educador deixará de ser penalizado com a perda da regência ao assumir o cargo de diretor, diretor adjunto e secretário escolar de um estabelecimento de ensino, como acontece atualmente.

“No Amapá, desde 2005, com a implementação da Lei Nº. 0949, o docente, o educador, passou a ser penalizado com a perda de 50% de sua remuneração, através da cessação do percebimento de sua Regência de Classe, pela capacidade e vontade de administrar seu estabelecimento de ensino” ressalta

Na sua justificativa, o parlamentar enfatiza ainda que o que ocorre, desde o mencionado ano, através da citada lei, é que o exercício da função de direção escolar é praticada, muitas vezes, por pessoas sem nenhum vínculo com o processo de ensino. A função passou a ser quase que de exclusividade dos funcionários federais à disposição do Estado, porque para o professor não compensaria assumir cargos com a perda da regência.

O projeto está em tramitação na CCJ, Comissão de Constituição e Justiça, da Assembleia Legislativa. O relator da matéria é o deputado Charles Marques que já está mantendo diálogo com a categoria, para que os profissionais da educação também possam colaborar na discussão, sugerindo propostas que possam complementar o projeto.
O relator deve apresentar parecer dentro de dez dias a contar da data do dia 20 de maio. Depois, o projeto segue para votação no plenário da AL.

sexta-feira, 20 de maio de 2011

Estamos com fome de amor


Uma vez Renato Russo disse com uma sabedoria ímpar: "Digam o que disserem, o mal do século é a solidão". Pretensiosamente digo que assino embaixo sem dúvida alguma. Parem pra notar, os sinais estão batendo em nossa cara todos os dias.

Baladas recheadas de garotas lindas, com roupas cada vez mais micros e transparentes, danças e poses em closes ginecológicos, chegam sozinhas. E saem sozinhas. Empresários, advogados, engenheiros que estudaram, trabalharam, alcançaram sucesso profissional e, sozinhos.

Tem mulher contratando homem para dançar com elas em bailes, os novíssimos "personal dance", incrível. E não é só sexo não, se fosse, era resolvido fácil, alguém duvida?

Estamos é com carência de passear de mãos dadas, dar e receber carinho sem necessariamente ter que depois mostrar performances dignas de um atleta olímpico, fazer um jantar pra quem você gosta e depois saber que vão "apenas" dormir abraçados, sabe, essas coisas simples que perdemos nessa marcha de uma evolução cega.

Pode fazer tudo, desde que não interrompa a carreira, a produção. Tornamos-nos máquinas e agora estamos desesperados por não saber como voltar a "sentir", só isso, algo tão simples que a cada dia fica tão distante de nós.

Quem duvida do que estou dizendo, dá uma olhada no site de relacionamentos Orkut, o número que comunidades como: "Quero um amor pra vida toda!", "Eu sou pra casar!" até a desesperançada "Nasci pra ser sozinho!".

Unindo milhares, ou melhor, milhões de solitários em meio a uma multidão de rostos cada vez mais estranhos, plásticos, quase etéreos e inacessíveis.

Vivemos cada vez mais tempo, retardamos o envelhecimento e estamos a cada dia mais belos e mais sozinhos. Sei que estou parecendo o solteirão infeliz, mas pelo contrário, pra chegar a escrever essas bobagens (mais que verdadeiras) é preciso encarar os fantasmas de frente e aceitar essa verdade de cara limpa. Todo mundo quer ter alguém ao seu lado, mas hoje em dia é feio, démodé, brega.

Alô gente! Felicidade, amor, todas essas emoções nos fazem parecer ridículos, abobalhados, e daí? Seja ridículo, não seja frustrado, "pague mico", saia gritando e falando bobagens, você vai descobrir mais cedo ou mais tarde que o tempo pra ser feliz é curto, e cada instante que vai embora não volta.

Mais (estou muito brega!), aquela pessoa que passou hoje por você na rua, talvez nunca mais volte a vê-la, quem sabe ali estivesse a oportunidade de um sorriso a dois.

Quem disse que ser adulto é ser ranzinza? Um ditado tibetano diz que se um problema é grande demais, não pense nele e se ele é pequeno demais, pra quê pensar nele. Dá pra ser um homem de negócios e tomar iogurte com o dedo ou uma advogada de sucesso que adora rir de si mesma por ser estabanada; o que realmente não dá é continuarmos achando que viver é out, que o vento não pode desmanchar o nosso cabelo ou que eu não posso me aventurar a dizer pra alguém: "vamos ter bons e maus momentos e uma hora ou outra, um dos dois ou quem sabe os dois, vão querer pular fora, mas se eu não pedir que fique comigo, tenho certeza de que vou me arrepender pelo resto da vida".

Antes idiota que infeliz!
Arnaldo Jabor

sábado, 14 de maio de 2011

Os Ombros Suportam o Mundo

Chega um tempo em que não se diz mais: meu Deus.
Tempo de absoluta depuração.
Tempo em que não se diz mais: meu amor.
Porque o amor resultou inútil.
E os olhos não choram.
E as mãos tecem apenas o rude trabalho.
E o coração está seco.
Em vão mulheres batem à porta, não abrirás.
Ficaste sozinho, a luz apagou-se,
mas na sombra teus olhos resplandecem enormes.
És todo certeza, já não sabes sofrer.
E nada esperas de teus amigos.
Pouco importa venha a velhice, que é a velhice?
Teus ombros suportam o mundo
e ele não pesa mais que a mão de uma criança.
As guerras, as fomes, as discussões dentro dos edifícios
provam apenas que a vida prossegue
e nem todos se libertaram ainda.
Alguns, achando bárbaro o espetáculo
prefeririam (os delicados) morrer.
Chegou um tempo em que não adianta morrer.
Chegou um tempo em que a vida é uma ordem.
A vida apenas, sem mistificação.


Carlos Drummond de Andrade

VINHO GUARDADO - NANA CAYMMI

segunda-feira, 9 de maio de 2011

“O Ensino Médio ainda está muito distante da realidade dos jovens brasileiros”

Ricardo Carvalho 9 de maio de 2011 às 16:17h

Relator das novas diretrizes do Ensino Médio aprovadas na última semana pelo CNE, José Fernandes de Lima diz que medidas visam flexibilizar a grade curricular

O Conselho Nacional de Educação (CNE) aprovou, na quarta-feira 4, as novas diretrizes do ensino médio. O CNE decidiu flexibilizar o currículo desse ciclo e conferir às escolas mais autonomia, permitindo que elas montem seus projetos político-pedagógicos a partir de quatro dimensões do conhecimento: ciência, tecnologia, cultura e trabalho. Na prática, o conselho espera aproximar essa grade curricular da realidade do jovem brasileiro numa faixa-etária em que existe alto índice de evasão, 10%, de acordo com dados de 2009. Além do mais, somente 50% dos jovens entre 15 e 17 anos matriculados no ensino regular frequentam as salas do ensino médio. Os demais permanecem no ensino fundamental.

A escola poderia, desse modo, direcionar o estudo de acordo com a vocação das comunidades onde estão localizadas. Uma instituição num distrito industrial teria como centrar-se em disciplinas ligadas à tecnologia, química e física. Já em regiões turísticas, o foco poderia ser em história e geografia. O texto final ainda está na fase de revisão técnica e precisa ser aprovado pelo ministro da Educação, Fernando Haddad. O relator do documento, conselheiro José Fernandes de Lima, diz que as diretrizes vão além da dicotomia entre conhecimento científico e ensino técnico. Em entrevista a CartaCapital, ele diz que o objetivo principal é conferir uma identidade ao ciclo, o que refletirá diretamente na diminuição dos índices de evasão. Confira os principais pontos da entrevista.

CartaCapital: Quais as razões da discussão de novas diretrizes para o Ensino Médio?
José Fernandes de Lima: O que motivou o documento foram as transformações sociais e tecnológicas dos últimos anos. Isso pressionou fortemente as escolas para uma aproximação com a realidade do jovem. No Ensino Médio, o jovem espera encontrar na escola programas que tenham a ver com seus projetos de vida, e isso não acontece hoje.

CC: Por que?
JFL: É uma explicação histórica. O Brasil demorou muito para investir no Ensino Médio. Somente em 1931 instalou-se o Ensino Secundário, e a ampliação da oferta do Ensino Médio é dos últimos 20 anos. Por muitos anos, esse ciclo sempre foi tratado de forma excludente, não conseguíamos trazer os alunos para a escola. Então houve um grande esforço do País nos últimos anos no principal ponto, o acesso. No final da década de 90, para se ter uma ideia, tínhamos a metade do número de matriculas no ensino médio do que temos hoje.

CC: Qual é esse número?
JFL: Cerca de 8,3 milhões de pessoas no ensino regular. Mais 1,6 milhão matriculado no Educação de Jovens e Adultos (EJA).

CC: É correto afirmar que é uma tentativa de tornar um Ensino Médio mais próximo do Ensino Técnico?
JFL: Não. Acreditamos que o Ensino Médio não deve preparar apenas para a continuidade do estudo no ensino superior. Ele também tem que preparar o aluno para a vida. Afinal de contas, trata-se da etapa final da Educação Básica. Entretanto, a escola não pode abrir mão de aprofundar o ensino científico. Propomos que, além da parte teórica, ela aposte no trabalho como princípio educativo, explorando as relações do trabalho e momentos de trabalho coletivo. Propomos que a escola explore as novas tecnologias e articule-se em torno de áreas como artes e cultura. As novas diretrizes para o Ensino Técnico estão sendo trabalhadas separadamente. Mas é importante ressaltar que as diretrizes não são receitas prontas, as escolas devem debater com as comunidades para fazer as adaptações na grade curricular.

CC: Quais as alterações que as diretrizes propõem para as aulas em período noturno?
JFL: Nesse ponto também entra a questão de dar uma identidade ao ciclo. Para que o Ensino Médio chegue a toda a população nessa faixa-etária, as escolas devem usar de criatividade e flexibilidade. Se há dificuldades para cumprir as 2,4 mil horas em três anos, porque muitos trabalham durante o dia, o jovem poderia concluí-lo em três anos e meio ou quatro anos. Também abrimos a possibilidade para que no ensino noturno até 20% das aulas sejam não presenciais.

CC: Propor um Ensino Médio menos tradicional não prejudicaria a questão do acesso à universidade, predominantemente marcado por vestibulares?
JFL: Colocamos nas diretrizes que as avaliações, inclusive os vestibulares, devem levar em consideração esse novo modelo. Nesse sentido, a reformulação no Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) já foi um avanço. Mas na medida em que formos avançando na implementação das diretrizes, novas formas de avaliação podem ser discutidas.
Ricardo Carvalho

domingo, 8 de maio de 2011

Rosa Pixinguinha






UMA BELÍSSIMA HOMENAGEM AS PESSOAS QUE SÃO PESONSÁVEIS PELA NOSSO SUCESSO NA CAMINHADA DA VIDA: NOSSAS MÃES!


Tu és, divina e graciosa
Estátua majestosa do amor
Por Deus esculturada
E formada com ardor
Da alma da mais linda flor
De mais ativo olor
Que na vida é preferida pelo beija-flor
Se Deus me fora tão clemente
Aqui nesse ambiente de luz
Formada numa tela deslumbrante e bela
Teu coração junto ao meu lanceado
Pregado e crucificado sobre a rósea cruz
Do arfante peito seu

Tu és a forma ideal
Estátua magistral oh alma perenal
Do meu primeiro amor, sublime amor
Tu és de Deus a soberana flor
Tu és de Deus a criação
Que em todo coração sepultas um amor
O riso, a fé, a dor
Em sândalos olentes cheios de sabor
Em vozes tão dolentes como um sonho em flor
És láctea estrela
És mãe da realeza
És tudo enfim que tem de belo
Em todo resplendor da santa natureza

Perdão, se ouso confessar-te
Eu hei de sempre amar-te
Oh flor meu peito não resiste
Oh meu Deus o quanto é triste
A incerteza de um amor
Que mais me faz penar em esperar
Em conduzir-te um dia
Ao pé do altar
Jurar, aos pés do onipotente
Em preces comoventes de dor
E receber a unção da tua gratidão
Depois de remir meus desejos
Em nuvens de beijos
Hei de envolver-te até meu padecer
De todo fenecer

Rosa - Pixinguinha.

quarta-feira, 4 de maio de 2011

"……MANIFESTO: QUERO MEU LADO MULHERZINHA DE VOLTA……”

Primeiramente devo dizer: a culpa não é de ninguém.
Não me atirem pedras, nem queimem meus sutiãs que me são tão raros, caros e meus.
Ando pensando muito na questão ying/yang na sociedade e dentro de nós e o que eu vejo não são mulheres independentes e felizes com seus novos papéis, nem homens satisfeitos com um ter-que-ser que não combina com seus antigos moldes.
O que enxergo são homens e mulheres perdidos e insatisfeitos, loucos por colo e amor, e loucos de saudade.
Eu quero ser mulher de novo, estou cansada de virar homem tantas vezes ao dia, tendo que resolver a vida e o mundo.
Tenho que trabalhar, pagar contas, impostos, saber tudo sobre contabilidade, escrever, recitar Vinicius, ter uma bunda dura, um cabelo macio, quinhentos e cinqüenta e cinco cheiros gostosos pelo corpo, pés e mãos bem feitos, saber o que está passando no cinema, ler de Sartre a Vogue, ajudar a família e amigos, colocar os quadros novos na parede, responder e-mails e estar Linda e com a pele fresca para quando aquela pessoa que você joga charme há meses te chamar pra sair.
Ok, você toma banho em segundos, reclama com sua mãe enquanto procura o que vestir (a eterna dúvida do primeiro encontro) e tenta se focalizar em ser mulher.
Apenas mulher.
E o interfone toca e você está com duas blusas na mão, nenhum sapato no pé e uma interrogação bem no meio DA maquiagem.
O espelho não mente: você está ligeiramente Linda, confusa e cansada.
Mas pega a bolsa e vai...(afinal, arriscar é viver).
No caminho você pensa, enquanto passa o batom: o mundo está invertido ou será que sou eu?
E você não encontra respostas mas encontra o cara.
Parado.
Mudo.
Com um olhar bonito e alguma expressão que você não entende.
Aí tem a mesma imagem de minutos atrás.
Vê o ponto de interrogação bem no meio DA cara dele.
O cara não sabe o que fazer.
Não sabe se abre a porta do carro, se escolhe o restaurante, se te beija, se te come ou manda embrulhar, se manda flores no dia seguinte, se conversa sobre poesia, sobre filhos ou musculação, tudo porque ele está na dúvida se você vai achar lindo ou se vai rir na cara dele.
Tudo porque ele está perdido, mas...caramba, você também está!
Não sabe se ele tem a mente aberta como aparenta ou se é mais careta que seu tio.
E ninguém se percebe.
O cara te acha inteligente, gostosa, divertida, e acha que você é moderna demais pra gostar de uma mensagem fofa no dia seguinte.
Meninos, é mentira.
A gente gosta.
Tem gente que pode não gostar, mas eu gosto.
Vivemos num momento de transição e conflitos, mas FICA difícil de entender.
Nada mais normal.
Eu, por exemplo, trabalho, tenho minha Casa, sou forte por acaso, mas tenho meu lado mulherzinha que não me deixa.
Sou emotiva, sensível, choro à toa, rodo a baiana mas espero o telefone tocar, tenho meus nhem nhem nhens e estou cansada.
Cansada de ser racional.
Cansada de ser "bem resolvida", cansada de tomar a iniciativa, cansada de ser homem em cima do salto.
Por isso, em Nome do meu equilíbrio,
DA falsa modernidade e dessa bagunça que virou um simples abrir-e-fechar de portas, eu me atrevo a dizer: toda mulher tem seu lado mulherzinha.
Rapazes, sejam fortes e persistentes, nós somos complicadas, mas contamos com vocês!"

Autoria: [Marta Medeiros]

Abraços perfumados para você…
ChrismaSampaBrasil
Martha Medeiros

terça-feira, 3 de maio de 2011

7 notas sobre a morte de Bin Laden, depois de ler o que a imprensa americana e inglesa dizem a respeito

Por Fábio Fonseca de Castro

1 - A morte de Bin Laden é apenas um fato simbólico-político. Não tem grande efeito prático sobre a estrutura de guerrilha da Al-Khaida, à medida em que Bin Laden estava, ao que tudo indica, afastado há bastante tempo do comando da organização.


2 - Obama é o grande vitorioso da história. Como disse The Guardian, de Londres, "raramente se vê um presidente em exercício receber um presente como esse em ano eleitoral". Ou, como afirmou Howard Fineman, diretor editorial do Huffington Post, "é a melhor notícias para Obama desde que os construtores automobilísticos americanos recomeçaram a ter lucros".


3 - A mídia conservadora norte-americana já começou a fazer tudo para diminuir o brilho da vitória de Obama. É curiosa a tática do Washington Post, que se transformou numa edição de homenagem aos serviços secretos do país e às forças armadas com o objetivo de tirar do presidente o protagonismo do evento.


4 - O site Politico produziu uma análise bem diferente - e inteligente - do acontecimento, afirmando que "tomar a decisão de atacar foi um imenso risco para Obama", considerando que a operação poderia fracassar ou que os serviços secretos poderiam ter uma informação errada. Em caso de fracasso seria um erro comparável ao que Jimmy Carter cometeu, em 1979, com suas decisão (arriscada e fracassada) de libertar os refens americanos no Irã.


5 - É sempre preciso lembrar que uma das promessas de campanha de Obama, em 2008, era "Matar Bin Laden". Ou seja, trata-se de uma operação já em campo eleitoral.


6 - Na verdade, essa decisão de efetivar a missão parece ser uma resposta a algo que começava a ameaçar a reeleição de Obama: a colagem, em sua imagem pública, de um chefe militar escasso. Deve-se lembrar que Obama foi criticado, em seu país, pela demora em tomar a decisão de atacar o regime de Kadafi, na Líbia.


7. Nesse sentido, as palavras do The New York Times, ecoam o que parece ser o âmago do símbolo político em questão: "a morte de Bin Laden é, certamente, um dos momentos mais significativos e determinantes da presidência de Barack Obama. Ela permite que ele reivindique a maior vitória em matéria de seguridade nacional da década - a vitória que escapou a George W. Bush em quase oito anos de mandato".


às 15:35 Postado por Fabio Fonseca de Castro
Marcadores: Política Internacional EUA

segunda-feira, 2 de maio de 2011

Um pouco do Professor Glauber Rangel e sua curta vida no Amapá

O professor que foi atropelado e morto no trânsito louco do Amapá foi uma pessoa muito especial pro corpo docente do estado e nos deixou seu legado antes de partir pra outra dimensão. Por tê-lo conhecido bem próximo e pessoalmente, uma vez que quase se tornou meu cunhado, sinto-me na obrigação de divulgar uma das lições que nos deixou: acreditar que podemos interferir positivamente na sociedade que estamos inseridos.
Portanto, é com muito prazer que propago aqui sua obra que foi publicada recentemente e que certamente foi a forma que ele encontrou de se eternizar em nossos seios.


A FACE LÍRICA DO AMOR:
Confissões de um Poeta



Sinopse

Ao escrever esta antologia poética aludi às diversas escolas literárias e aos seus respectivos autores entre eles Camões, Álvares de Azevedo, Fernando Pessoa (Clássicos); Carlos Drummond de Andrade, Renato Russo e sua Poesia Urbana, revolucionária e romântica.

Como poeta pós-moderno, romântico (Neo-romântico) e contemporâneo dos ícones acima citados, produzo uma literatura Propositiva, Sugestiva e filosófica (platônica e aristotélica), pois trabalho a criação poética a partir dos conceitos de poeta possesso (inspirado pelas musas) e artífice (aquele produz a partir da luz concedida por Deus) de base platônica; e a “Mimesis” (de base Aristotélica), pois através da arte reproduzimos acontecimentos da vida acrescentando-lhes o grau de literariedade necessário para torna-los verossímeis.

Esse panorama literário proporciona ao leitor pós-moderno um conhecimento não apenas retórico, mas também dinâmico e pragmático do gênero literário “poesia”; pois esse gênero literário, apesar de conhecido, ainda é pouco explorado nas práticas didáticas intra e extraclasses, pois o leitor ainda desconhece as sutilezas e o universo das palavras a partir da amplitude de sentidos e significados inerentes aos contextos nos quais estão inseridas.

Por esse motivo pensei uma obra não apenas subjetiva e confessional, mas uma proposta (sugestão) para Mestres e alunos, pois a compreensão do gênero poético passa pelos conceitos Aristotélicos da “Ethe” (moral, caráter), “Pathe” (suas paixões) e “Práxis” (ações), pois elucidam que toda obra poética tem de manter uma relação de semelhança e de adequação com a realidade já existente.

Portanto proponho através desta coletânea autoral, a análise, a compreensão, a reflexão e a construção do texto o ético a partir de textos construídos e desenvolvidos segundo o conhecimento literário (filosófico) aplicado de forma prática nas atividades de escrita e produção desse gênero textual.

http://www.editoracrv.com.br/?f=produto_detalhes&pid=3176