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domingo, 22 de janeiro de 2012

Meu Reino Biquini Cavadão

VOU FICAR ALGUNS DIAS FORA DE CASA E ESSA MÚSICA AÍ É A REPRESENTAÇÃO DESSE MOMENTO.

Atrás da porta
Guardo os meus sapatos
Na gaveta do armário
Coloco minhas roupas
Na estante da sala
Vejo muitos livros
E a geladeira conserva o sabor das refeições
Minha casa é meu reino
Mas eu preciso de outros sapatos
De outras roupas, outros temperos
Para formar minhas ideias e meus sentimentos
Eu sou a soma de tudo que vejo
E minha casa é um espelho
Onde a noite eu me deito e sonho com as coisas mais loucas
Sem saber porque
É porque trago tudo de fora
Violência , dúvida, dinheiro e fé
Trago a imagem de todas as ruas por onde passo
E de alguém que nem sei quem é
E que provavelmente eu não vou mais ver
Mas mesmo assim ela sorriu para mim
Ela sorriu e ficou na minha casa que é meu reino
É porque trago tudo de fora
E minha casa é um espelho
Trago a imagem de todas as ruas
Eu sou a soma de tudo que vejo
Mas mesmo assim, ela sorriu pra mim
Ela sorriu e ficou na minha casa que é meu reino

sexta-feira, 20 de janeiro de 2012

Desafios políticos organizativos do PCdoB em 2012

Este é ano de eleições municipais. Isso assume principalidade na atuação partidária e é, portanto, o elemento político que determina o processo organizativo do partido. Busca-se uma vitória significativa que afirme ainda mais o PCdoB no cenário político.


É o ano também das comemorações dos 90 anos do PCdoB, que enseja um intenso trabalho ideológico nas fileiras partidárias.

Em meio a isso, o trabalho organizativo deve seguir se fortalecendo. O vértice do esforço será a concretização das orientações do 7º Encontro Nacional. Na essência: vitória eleitoral, 400 mil filiados até o fim do ano, estruturar de fato os Departamentos Estaduais de Quadros com programa de trabalho claro e progressivo, e alimentar a vida militante organizada de base. O “olho da mosca” organizativo é instituir de fato um novo modo de direção organizativa deliberado no 7º Encontro.

Essa a conformação geral do plano de trabalho apresentado, concatenando esses elementos num cronograma adequado ao esforço eleitoral. O que se espera dos comitês estaduais e municipais é uma convergência nessa direção, potenciando os esforços necessários.

terça-feira, 3 de janeiro de 2012

Eliana Calmon, do CNJ, reage: Não fiz devassa


É uma operação de risco, mas a ministra Eliana Calmon decidiu partir para o ataque. A contra ofensiva da corregedora nacional de Justiça ocorreu nesta quinta-feira (22), por meio de uma entrevista coletiva em Brasília. Mulher de sinceridade à flor da pelé que não mede palavras, Eliana Calmon acusou as associações de magistrados, que chamou de "ovo da serpente", de orquestrar uma campanha contra do CNJ.

A ministra disse que era alvo de uma "tentativa de linchamento moral" de caráter corporativo. A ministra se referia a acusação de promover uma devassa fiscal, contra magistrados. Ela considerou "desencontradas e absurdas" as informações veiculadas pelas associações de magistrados de que mais de 200 mil pessoas -entre juízes, servidores, familiares e pensionistas -estariam sob investigação do CNJ.

A ministra informou que no Tribunal de Justiça de São Paulo, onde há mais irregularidades detectadas pelo Coaf (Conselho de Controle de Atividades Financeiras), só foram apontadas 150 "transações atípicas" (movimentações superiores a R$ 250 mil), num universo de 2 mil juízes. Ainda segundo ela, tais irregularidades -falta de declarações de bens e de Imposto de Renda, sobretudo -devem ser menos de 500.

Eliana Calmon interrompeu seu recesso na Bahia e convocou entrevista coletiva, na sede do CNJ, por conta do que chamou do escândalo criado pelas associações -segundo ela o "ovo da serpente" -que "querem desviar o foco da atuação de controle da Corregedoria Nacional, prevista na Constituição Federal, na Lei 8.429/92 (Sanções aplicáveis aos agentes públicos nos casos de enriquecimento ilícito) e no Regimento Interno do CNJ".

A ministra explicou que não tem ainda em mãos o levantamento dos cruzamentos feitos pelos técnicos da Coaf, mas que a situação de São Paulo chamou a atenção pelo fato de 45% dos juízes e desembargadores não terem disponibilizado suas declarações de Imposto de Renda.

"Mas não são todos os magistrados, nem muito menos mais de 200 mil pessoas no país todo, e não estamos fazendo nenhuma devassa fiscal, com quebra de sigilo. Não são mais de 150 casos que estão sendo investigados. O Coaf está cruzando dados das folhas de pagamento, e não tenho ainda ciência de todos os dados. Na Justiça do Trabalho não foi detectada nenhuma suspeita de irregularidade, e na Justiça Militar apenas uma", disse Eliana Calmon.

A Corregedora nacional foi taxativa quando se referiu a informações de que pelo menos dois ministros do Supremo Tribunal federal -Ricardo Lewandowski e Cezar Peluso, que foram desembargadores do Tribunal paulista antes de serem nomeados para o STF -estariam sendo investigados.

"Quero dizer que não há nenhuma informação sobre ganhos dos ministros do STF, até por que as folhas examinadas são relativas aos anos de 2009 e 2010, quando os citados já eram integrantes da Suprema Corte. Eu também não poderia estar investigando nenhum ministro do STF por que a Constituição não dá essa competência ao CNJ", frisou.

E concluiu: "Estou absolutamente segura da correção do meu agir, e no aguardo das decisões do STF, as quais cumprirei mesmo que não esteja de acordo com elas. Tenho mandato de corregedora nacional de Justiça até setembro de 2012, e vou cumpri-lo até o fim".